"[Escolhi ele], primeiro, porque o personagem [no cinema] é representado pelo ator mais bonito do filme (Orlando Bloom) e também pelo significado do nome, que quer dizer 'o grande protetor'", diz.
Funcionário de uma revendedora de carros na cidade, o marido, Cristiano, 23, apóia a escolha. ''É um nome que a gente gosta. Não acho estranho e vamos insistir nele''. Ele também viu os três filmes, leu o livro e virou fã do elfo.
Nesta terça-feira, Arielly assinou um requerimento ao juiz da Vara de Registros Públicos para que autorize o registro do nome. O resultado sai em dois ou três dias.
O oficial de registro civil de Castro Robert Jonczyk diz que o cartório não recusou o nome. ''Apenas orientamos os pais a refletir sobre o nome, com o único propósito de proteger a criança de exposição ao ridículo e à chacota no futuro''. Foi o cartório que apresentou à mãe o requerimento ao juiz.
A lei federal 6.015 afirma que "os oficiais do registro civil não registrarão prenomes suscetíveis de expor ao ridículo os seus portadores" e prevê que a Justiça seja acionada para dirimir conflitos.
Habituado a registrar nomes de origem holandesa devido à comunidade na cidade, o oficial diz que mesmo a grafia pretendida pelos pais é controversa. Até a polêmica de Lehgolaz, ele diz que o nome estranho mais recente que atendeu foi Axl (inspirado em Axl Rose, do Guns'n'Roses). Ele conta que conseguiu fazer com que o pai desistisse do nome.
Já o pai de Lehgolaz diz que não pensa em desistir e afirma que ''também há lei que diz que o filho pode mudar o nome, quando crescer, se achar que é inconveniente''. ''Agora a vontade que vale é a nossa.'' Arielly já admite dar ao filho o nome de Romeu, mas só se Lehgolaz não sensibilizar nem o juiz.
Fonte: Folha On Line

2 comentários:
E é bonitinh, o guri! Fez jus ao nome escolhido.
acho que estás precisando de um filho pra batizar...
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